Archive for the ‘Tudo quanto é mídia’ Category
Dartamello apresenta: Diário
Diário
Direção: Dudson Seraine
Roteiro: Emanuel Menim I Vinícius Sgarbe I Dudson Seraine
Direção de Fotografia: Ata Hostin
Produção: Gabrielle Seraine
Assista aqui.
4 pontos ponderantes…
1 - Marcelo é um estudante universitário que vive em um buraco existencial não menos confuso e sujo que seu quartinho de empregadas emprestado.
2 – Fora a edição que tem cortes semelhantes aos feitos pela censura, o filme traz uma estranha, porém esperada sensação de que nada mudou.
3 – Há alguns dias a moça do brechó disse que eu me parecia com a Bel Kutner, filha de Paulo José. Isso me remeteu ao filme que ele fez em 1968. Acabei descobrindo que eu sou mesmo é parecida com o Marcelo.
4 – A Lilian Lemmertz aparece com uns cinco anos de idade durante cinco minutos ou nem isso.
A jornada da alma
E dá-lhe conflito
Há uma matéria muito boa neste link, mas o melhor mesmo é ficar pasmo com a “dinâmica familiar sistêmica” muitíssimo bem exposta no filme.
Temos a honra de apresentar
“O Diário da Mente Absorta “
Entrevista com roteiristas do curta-metragem “O Diário da Mente Absorta”, Vinícius Sgarbe, Emanuel Menim e Dudson Seraine.
VOX COMUNICAÇÃO INTELIGENTE
PRODUÇÃO Gabrielle Seraine
DIREÇÃO Ata Hostin
REPORTAGEM Cidney Surdi Junior
EDIÇÃO Carlos Ribeiro
Pop bom I
Por Eddie Schäfer
Frou Frou é um projeto do produtor Guy Sigsworth (que já trabalhou com nomes como Björk e Madonna) junto à cantora/compositora Imogen Heap.
Os dois, que já haviam trabalhado no excelente disco de estréia de Heap (I Megaphone), apostam em uma nova proposta musical. Tornam-se responsáveis não apenas pelas composições de Details, mas também por suas melodias. Misturando trip-hop e pop, criam um som contemporâneo que apresenta instrumentos de corda, efeitos eletrônicos, drum & bass – isso tudo conduzido juntamente a voz sensual de Imogen.
A primeira faixa do disco (“Let Go”) é uma mistura de elementos eletrônicos, arranjos de cordas e teclados com sobreposição de voz. Definir como uma balada eletrônica, não seria o suficiente.
“Breathe In”, o primeiro single, apresenta claramente a linha na qual o disco seguirá numa letra em que a questão do relacionamento está em jogo. Ao longo do trabalho, alguns arranjos ficam mais simplicados, porém sem perder o brilhantismo, como é o caso de canções como: “It´s Good to Be in Love” e “Maddening Shroud”.
“Must Be Dreaming” tem uma batida constante acompanhada de um violão. Seu refrão é repleto de empolgação, numa letra em que a cantora pede para ser acordada, caso tudo o que ela estiver vivenciando/sentindo for apenas um sonho. Enquanto isso, o piano de poucas notas de “The Dumbing Down Of Love” funciona como um duelo entre o instrumento e os efeitos criados por Sigsworth, completam-se aqui em frases como: “Music is worthless, unless it can / Make a complete stranger / Break down and cry / And if I tell you / Lover alone without love”.
Em algumas faixas, fica claro a influência do trabalho de Björk em Details, porém são conceitos bem diferentes que estão em questão – além de que a islandesa é uma artista muito mais madura do que a dupla. As letras aqui trazem um pouco de angústia com pitadas de humor e desilusões amorosas.



