
Muito embora eu queira, a vida nunca me deu motivos e recursos para provar meu valor à ela(uma pessoa). Ela me chateia e maltrata( a vida). Conta meus segredos e me expõe ao ridículo por inveja. Inveja essa, embebida(ou bêbada) em uma falsa generosidade.
Quem é ela pra me subjugar(a vida)?
Quem é ela pra me amedrontar(uma pessoa)?
Ambas, a vida e a pessoa, fazem parte desse semi-círculo que me envolve. O que vem atrás é minha intuição.
A contragosto dos que esperam meu desassossego e infortúnio, ela funciona(a intuição). Minha vida e a pessoa têm minha alma como aliada. Nessa conspiração de marteladas e entreveros, meu sentimentalismo e minha história, também são cúmplices, porém essa minha salvação(a intuição) vem do incalculável, do progidioso, do infinito. A vida, essa pessoa e a alma acham que podem me pegar, mas ela(a intuição) me abaixou antes. Agora sou subjugada, submundo, submissa, sublime.
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